dá-me tua calda doce, arisca que arde imaginários e acende o paladar dá-me tua carne dourada, macia em pequenos nacos e mil delícias de te experimentar dá-me teu colo, dorso os espaços livres as melhores saliências e tudo que o doce bom sabe provocar por si dá-me teu silêncio e teus feitiços de amor numa estampa rija em porcelana e bordas e os versos fáceis que trago na língua são chantilly em fogo a te devorar crua! crua! @pauloandel
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