elas são felizes, mas poucas/ são muito poucas/ já que a maioria vive/ debaixo da dor e ilusão/ na selva da grande cidade/cheia de imponentes edifícios/ não existe pena ou compaixão/ elas carregam caixas de doces/ e suas mãos estendidas são completamente desprezadas/ elas são felizes, mas poucas/ enquanto quase todas/ só encontram abraço nas asas largas da humilhação/ agora é tão tarde que logo a noite acabará/ há quem acredite num novo dia/ mas é só o novo capítulo de uma novela permanente
@p.r. andel
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